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Fim do boleto sem registro: O guia completo para se adequar às novas normas

O fim do boleto sem registro tem tirado o sossego de lojistas e empresários de todo Brasil. A preocupação atinge, principalmente, aqueles que fazem vendas online, onde o boleto bancário é o segundo meio de pagamento mais utilizado. A polêmica teve início no primeiro semestre de 2015, quando a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anunciou o projeto da Nova Plataforma de Cobranças, com o objetivo de trazer mais segurança e transparência para o mercado de pagamentos. Essa mudança acarretou o fim do boleto sem registro no modelo que funciona atualmente.

Segundo uma pesquisa feita pela E-commerce Brasil, em parceria com o SEBRAE, cerca de 75% dos consumidores preferem pagar através do boleto bancário por causa das baixas taxas. Além disso, segundo a Febraban, cerca de 3,6 bilhões de boletos são emitidos todos os anos no Brasil. Dada essa expressiva inclinação do brasileiro ao uso do boleto, a expectativa de muitos lojistas é enfrentar sérios desafios com seu capital de giro, devido aos custos agregados à emissão do boleto registrado.

Desde o anúncio das mudanças, iniciou-se uma grande especulação sobre o assunto nas redes sociais. De um lado, estão os lojistas preocupados com o aumento nos custos que a medida pode trazer para seus negócios. Do outro, estão os serviços financeiros e bancos interessados em aumentar a segurança e diminuir o número de fraudes nas transações envolvendo boletos bancários. Você vai entender melhor que riscos de segurança são esses, já, já.

O que acontece é que, além dos lojistas e bancos, essa medida tem também preocupa muitos consumidores que se consideram os maiores prejudicados pela mudança. Alguns usuários do Facebook dizem que, no fim das contas, quem vai “pagar o pato” é o consumidor final, pois o lojista acrescentará o custo das taxas do boleto registrado no valor dos produtos, representando altas nos preços das prateleiras.

Para esclarecer as dúvidas sobre o fim do boleto sem registro, neste artigo vamos explicar tudo que lojistas e consumidores precisam saber sobre as novas regras da Febraban, além de trazer dicas preciosas para que lojistas possam enfrentar a medida, evitando quedas no faturamento e sem aumentar o ticket de seus produtos.

Para começar, é importante entender como os boletos bancários funcionam e quais as diferenças entre boletos com registro e sem registro.

O que é boleto não registrado?

O boleto sem registro é emitido pela empresa que tem uma conta a receber, sem a necessidade de especificar um banco exclusivo para receber por esse pagamento. Esse tipo de boleto bancário não precisa ser registrado no sistema do banco.

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Também não é obrigatório especificar o valor e a data de vencimento. Mesmo sendo mais simples e carente de informações importantes, o boleto sem registro é muito utilizado, principalmente pelas lojas online. Hoje, ele representa 40% do total de boletos emitidos diariamente no Brasil.

Por que lojas virtuais utilizam o boleto não registrado?

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), entre 30 e 50% dos boletos emitidos no e-commerce não são pagos pelos consumidores. Na maior parte das vezes, isso acontece pois o consumidor acha um produto com preço interessante em sua loja, emite o boleto, e usa o tempo de vencimento para pensar melhor sobre a compra. Muitas vezes, ele acaba desistindo do produto. Se o boleto for registrado, além de perder a venda, o lojista também acaba desperdiçando o custo de emissão.

Por isso, mesmo cientes dos riscos envolvidos nas transações online com boleto sem registro, muitos lojistas preferem trabalhar com esse meio de pagamento pois ele oferece vantagens muito interessantes para a empresa emissora:

  • Há apenas uma taxa, referente à quitação do boleto, que deve ser paga à instituição bancária. Caso o cliente não efetue o pagamento do boleto emitido, não são cobradas as taxas pelo serviço e a empresa poupa o gasto;
  • Se a empresa que emitiu o boleto e o pagador acharem necessário, os prazos de pagamento e valores do documento podem ser alterados, sem que o banco tenha que aprovar a mudança.

Quais os riscos e desvantagens do boleto sem registro?

Mesmo com tanta flexibilidade, receber pagamentos por meio de boletos não registrados também tem desvantagens e pode trazer alguns riscos.

Primeiramente, o lojista que emite uma grande quantidade de boletos sem registro precisa de uma gestão eficiente e rigorosa na loja para confirmar se cada boleto emitido foi efetivamente pago na data combinada com o consumidor. Isso pode gerar muita confusão e acarretar em problemas de estoque para o comerciante.

Além dos problemas de gestão, é comum que boletos não registrados aumentem o número de fraudes, já que dados do recebedor podem ser alterados, como o nome do recebedor, dados bancários e a data de vencimento. Como não há um registro no sistema do banco, não é possível contestar esse documento e o lojista acaba perdendo o custo de emissão.

É bem possível que você já tenha ouvido falar, ou mesmo tenha passado por situações envolvendo golpes com boletos. Esse tipo de fraude é muito comum e prejudica lojistas e todo sistema bancário.

Imagine essa situação: um cliente faz checkout no seu e-commerce e o meio de pagamentos escolhido é o boleto bancário. Os boletos que você emite em sua loja não são registrados e, por isso, geram apenas um código de barras que é usado pelo comprador para fazer o pagamento em qualquer banco. Depois de pagar pelo pedido, o cliente espera sua confirmação de recebimento e envio do pedido. Entretanto, ao conferir o recebimento dos seus pagamentos, a quitação desse boleto não é identificada.

Um possível motivo para o “extravio” desse pagamento é um tipo de fraude muito comum no e-commerce. Através de um vírus instalado no computador do consumidor, criminosos fazem alterações no código de barras do boleto bancário sem registro e, dessa forma, alteram os dados do recebedor, desviando o valor para outra conta. Como não há um registro oficial de dados, fica muito difícil evitar esse tipo de golpe.

Como funciona o boleto registrado?

Emitir um boleto registrado envolve enviar um arquivo, gerado no momento da emissão do boleto, para a instituição bancária. O banco receberá todas as informações que no boleto simples são facultativas, como a identificação da pessoa ou empresa que pagará pelo boleto (chamado tecnicamente de “devedor”), com seu CPF ou CNPJ, além do valor da cobrança e do prazo limite para pagamento.

Registrando o boleto bancário, lojistas tem um controle maior sobre as faturas que foram emitidas em suas empresas. No modelo registrado, é muito fácil descobrir se o cliente efetuou o pagamento, quando e por qual produto ou serviço pagou. Também, quando o cliente não quita o boleto, é possível descobrir se o produto ou serviço foi efetivamente entregue ou executado. Nesse caso é possível protestar o título não pago em um cartório. No comércio eletrônico, o protesto de boleto registrado não é comum, já que o produto é enviado apenas depois do pagamento.

Em contrapartida, o processo de registro de um boleto acarreta custos operacionais para o banco e, consequentemente, a cobrança de taxas para a empresa destinatária do pagamento. Isso pode encarecer muito a operação de empresas que transacionam altos volumes de boletos bancários.

Boleto não registrado: Porque a Febraban anunciou seu fim?

O alto número de fraudes envolvendo boletos não registrados foi o principal motivo que levou a Federação Brasileira de Bancos a criar a Nova Plataforma de Pagamentos. Além disso, o formato que utilizamos atualmente para fazer cobranças bancárias existe desde os anos 1990, quando o código de barras passou a fazer parte do documento de cobrança e o pagamento passou a ser interbancário.

É evidente que ao longo de mais de 20 anos vivemos inúmeras mudanças causadas pelas novas tecnologias. Por isso, o sistema financeiro do Brasil entendeu que era o momento para uma atualização na forma como as cobranças acontecem.

Mas as mudanças não vão parar no fim do boleto sem registro. A intenção da Febraban é que, em alguns anos, o boleto bancário impresso como conhecemos seja completamente extinto e todos os pagamentos sejam 100% digitalizados. Já imaginou que mudança chocante?

 

Com a Nova Plataforma de Cobranças da Febraban, o sistema de boletos bancários será modernizado e trará mais segurança e agilidade para toda sociedade.

Como funciona o boleto registrado na Nova Plataforma?

O Banco Central estabeleceu algumas normas para esse tipo de operação. Entre elas, o CPF ou CNPJ do emissor e do pagador, data de vencimento e valor do documento serão obrigatórios.

Com isso, no momento de pagamento do boleto será realizada uma consulta automática na Nova Plataforma para que as informações sejam conferidas. Se os dados impressos no boleto forem compatíveis com os registrados no sistema, a operação é validada e efetivada. Entretanto, se houver divergência de dados, o pagamento não é autorizado e o cliente poderá pagar esse boleto apenas no banco que fez sua emissão.

A fim de evitar inconsistências nos pagamentos e lavagem de dinheiro, o sistema realiza cruzamento de informações para checar dados. Além disso, essas validações de informações agregam maior transparência no relacionamento com o consumidor final, pois aprimoram o controle dos boletos facultativos, conhecidos como boletos de proposta, que são enviados sem a autorização do cliente.

O pagamento de boletos vencidos poderá ser realizado em qualquer agência bancária. Veja como funciona o processo:

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Na Cartilha da Nova Plataforma de Cobrança, a Febraban salienta que o código de barras com 44 posições continua funcionando da mesma forma, sem mudanças necessárias nos leitores óticos de códigos de barras.

Quando acontecerá o fim do boleto sem registro?

O projeto da Nova Plataforma de Cobranças foi anunciado em 2015 e, desde aquele ano, a implementação tecnológica tem sido feita para que o sistema esteja funcionando a pleno vapor em 2017. A partir de março deste ano, torna-se obrigatória a adequação à Nova Plataforma. Entretanto, a regra começa a valer apenas para boletos com valor superior a R$ 50.000,00. A intenção é que, até o final do ano, boletos de qualquer valor sejam afetados. A mudança seguirá o seguinte cronograma, estabelecido pela Febraban:

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Com tantas mudanças, você deve ficar atento para não perder os prazos e registrar os boletos corretos, a cada mês.

O que muda no dia-a-dia com o fim do boleto sem registro?

Na prática, a empresa emissora deverá registrar o boleto antes que os clientes efetuem o pagamento. Os dados cadastrais do pagador devem estar completos, isso inclui obrigatoriamente o nome, CPF ou CNPJ e endereço. Depois disso, o boleto pode ser transmitido ao banco (via arquivo remessa). Além disso, é necessário ficar atento para os seguintes pontos:

  • O banco pode aplicar outras taxas, como registro, liquidação, permanência e baixa do boleto;
  • Em caso de inconsistências, estornos automáticos serão forçados;
  • Fraudadores serão bloqueados imediatamente em toda a rede bancária, caso uma fraude seja identificada;
  • Os juros, multas e descontos serão limitados por um padrão dos bancos;
  • Qualquer edição no boleto deve ser registrada junto ao banco, através de um arquivo de remessa. No dia seguinte, o arquivo retorno deve ser processado, observando possíveis inconsistências.
  • O boleto sem registro ainda poderá ser emitido, desde que seja pago em agências do banco que foi responsável pela emissão. Eles só poderão ser aceitos pelo banco se os dados cadastrais do pagador estiverem completos, isso inclui nome/razão social, CPF/CNPJ e endereço.

Ainda faço a emissão de boletos sem registro. E agora?

Você pode se adequar segundo os prazos estabelecidos pela Febraban mas, quanto antes você puder iniciar a emissão de boletos registrados na sua empresa, melhor. Assim você estará mais adaptado com os novos procedimentos quando forem obrigatórios.

Como não sair no prejuízo com o fim do boleto sem registro

Se você trabalha no e-commerce, com certeza está revoltado com o anúncio do fim do boleto sem registro.

Mas fique tranquilo! Pensamos em algumas dicas de marketing para e-commerce que vão te ajudar a evitar perder vendas e gastar à toa com boletos não pagos.
A partir de agora, seu principal foco deve estar em estimular o consumidor a pagar pelo boleto já gerado. Para isso, configure o disparo de emails automáticos lembrando o cliente que o boleto está vencendo. Faça isso com perspicácia. Por exemplo, dispare o envio desses emails na parte da manhã e sugira que que o cliente utilize o horário do almoço para quitar a cobrança no banco mais próximo.

Também é possível oferecer cupons de desconto em compras futuras para clientes que pagarem o boleto dentro do prazo estipulado. Além de aumentar o número de pagamentos efetivados, você aumentará as chances desse cliente voltar em sua loja.

Em comunicado oficial, o diretor-adjunto de Negócios e Operações da Febraban, Walter Tadeu de Faria, afirmou: “A Nova Plataforma de Cobrança trará benefícios para o consumidor e para a sociedade, como maior facilidade no pagamento de contas vencidas, além de evitar o envio de boletos não autorizados”.

Segundo Walter, novos processos e tecnologias precisavam ser incorporados no antigo sistema de recebimento de cobranças. Além disso, com o novo sistema, será possível pagar o boleto após o vencimento, em qualquer agência bancária. Também serão reduzidos os números de inconsistências nos dados, evitando a duplicidade de pagamentos e permitindo a identificação do CPF do pagador, o que facilitará o rastreamento de pagamentos e reduzirá o número de fraudes.

No vídeo abaixo, Walter faz o comunicado e fala sobre a nova plataforma no 1º Congresso Nacional de Provedores, em setembro de 2016.

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10 passos para você montar um e-commerce de sucesso

Com o avanço da tecnologia, muita gente que decide abrir sua própria empresa já opta por um negócio digital. Mas quais as necessidades específicas de um negócio como este? Quais os principais desafios?

Entrevistamos especialistas e empreendedores para responder a essas perguntas e oferecer um passo a passo de como abrir a sua loja virtual. “Hoje é fácil abrir um e-commerce e, por ser fácil, muita gente está entrando neste mercado.

É importante trabalhar para que seu negócio funcione bem. Para isso, é necessário, antes de mais nada, ter um negócio bem desenhado. “O primeiro ponto é saber que tipo de negócio você vai montar”.

Depois que o negócio estiver definido, é importante ficar ligado em quatro pontos principais, Marketing, suprimentos ou seja produtos atrativos, tecnologia e operações, que envolve em especial a logística.

“O que não pode faltar é vontade de empreender”. Se você tem vontade de empreendedor nesta área, veja a seguir dez passos fundamentais para montar um e-commerce de sucesso:

1) Entenda seu cliente

Antes de começar o negócio, estruture bem quem será seu público alvo. “Muita gente tem pressa, quer colocar o negócio para frente logo. Mas antes de tudo é fundamental ouvir o cliente”, recomenda Gorenstein, da Evino.

Para isso, vale investir em pesquisas de mercado, ou mesmo conversar com familiares e amigos que possam opinar sobre sua ideia de negócio. Isso antes de abrir as portas. Depois, é importante manter canais de diálogo para feedback, como espaços para comentários e questionário de satisfação do cliente.

Gorenstein destaca que, diferente das lojas físicas, no e-commerce a relação com o cliente é um pouco mais distante, o que reforça a necessidade de buscar esse contato. “Você precisa saber se está atendendo da maneira que o cliente espera.”

2) Conheça o mercado

O mercado de e-commerce é supercompetitivo. Por isso, não seja um “aventureiro” e estude seus concorrentes. “É preciso mapear o mercado, entender quem são os players presentes, ter clareza da demanda que o seu negócio vai atender, e saber qual será o seu diferencial em relação aos demais”, aconselha Gorenstein.

3) Encontre um nicho

Não se deixe enganar pelos atrativos do e-commerce. Segundo Marcelo Nakagawa, do Insper, 99% das grandes lojas virtuais dão prejuízo. O número parece assustador, mas o professor garante que ainda assim vale apena investir no negócio.

“Está difícil vender tudo no mesmo lugar na internet. Quem tem ganhado dinheiro está focado em nichos específicos”, argumenta. Sendo assim, em vez de montar uma loja virtual de alimentos em geral, procure focar num setor menor, como alimentos saudáveis, por exemplo.

4) Tenha uma proposta clara

Segundo o professor, para ter mais chances de sucesso, a sua loja eletrônica precisa de uma proposta clara. “Eu preciso olhar para a empresa e de cara entender que problema ela resolve”, explica. O especialista dá o exemplo da loja online 33e34, que vende exclusivamente sapatos nessas numerações. “Eles têm uma proposta simples e fácil de entender.”

5) Venda assinaturas

Outra boa aposta, segundo Nakagawa, é o modelo de assinaturas, pelo qual o cliente paga uma mensalidade e recebe os produtos periodicamente em sua casa.
“Custa caro atrair e manter o cliente na sua loja online. Portanto, o modelo de assinaturas reduz a necessidade ficar sempre atraindo esse cliente, o que diminui os custos da operação”, explica.

6) Tenha parceiros confiáveis

Praticamente todas as operações de e-commerce envolvem uma série de parceiros, como fornecedores de produtos, serviço de logística e serviços de tecnologia. Se alguma dessas pontas tiver problemas (um atraso na entrega, por exemplo), prepare-se: a conta cairá sobre você.
“A qualidade de todos os seus parceiros é cobrada de você, então tem que ser rigoroso. A gente quebrou muito a cabeça com isso no início”, conta Gorenstein da Evino. A recomendação do empreendedor, portanto, é buscar parceiros de confiança logo no início do negócio. “Em vez de fechar logo com o mais barato, vale a pena o esforço de uma seleção criteriosa”, aconselha.

7) Diferencie-se no produto

Para se diferenciar no mercado, é fundamental que você tenha bons fornecedores ou que tenha uma produção própria de qualidade. “Você tem que ter acesso a fornecedores ou uma produção própria que garanta a vantagem competitiva do seu negócio”, afirma Nakagawa, do Insper.
Caso contrário, segundo o especialista, você corre o risco de ser apenas mais do mesmo, o que tem grandes chances de levar seu negócio ao fracasso.

8) Preste atenção na tecnologia

Se você vai começar um e-commerce agora, escolha uma plataforma para sua loja virtual que caiba no seu bolso. “Tenha cautela, não faça um grande investimento em tecnologia inicialmente”, recomenda Henrique Mengue da EZ Commerce. Hoje o mercado tem opções das mais variadas em serviços de plataforma para e-commerce, nos quais a empresa paga um aluguel e usa um serviço pré-pronto.

Mengue ressalta, porém, alguns pontos importantes a serem levados em consideração ao contratar esse serviço: “É importante avaliar como a plataforma está preparada para os mecanismos de busca, como o Google. Quanto mais preparada for a plataforma, menos você vai ter que gastar com marketing”, lembra.

Outro ponto importante é que a plataforma possa ser acessada pelo smartphone. É recomendável ainda verificar a compatibilidade do sistema com os serviços de pagamento e gerenciamento de empresas disponíveis no mercado.

9) Dê atenção especial à logística

Um dos principais desafios para quem vai ter um e-commerce é a parte logística. Num país de dimensões continentais, garantir que seu produto chegará na casa do cliente no tempo determinado e em boas condições pode ser uma tremenda dor de cabeça, avisa Gorenstein, da Evino.

Segundo o empreendedor, é bom estar preparado para serviços de logística sobrecarregados em datas comemorativas (o que pode atrasar a chegada do produto ao seu cliente).

Já o professor do Insper diz que é importante avaliar a viabilidade de se entregar um produto em regiões muito distantes da sua base de operação. “Se o local da entrega for muito distante, é um esforço que às vezes não vale a pena, o empreendedor vai perder dinheiro. Então, às vezes é melhor já deixar claro as limitações da entrega”, afirma.

10) Invista (muito) em marketing

“O e-commerce é uma loja num porão, ninguém passa na frente da sua loja. Por isso, precisa de muito marketing”, afirma Mengue, da EZ Commerce. Isso significa investir em anúncios na web, newsletter e redes sociais.

Ele ressalta que já foi a época em que aquele sobrinho que entende de internet dava conta do recado. “Esse trabalho não pode ser subestimado”.

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Microsoft Surface Studio PC: um lançamento que promete

Na semana passada foi divulgado um conteúdo na internet sobre o lançamento do Nintendo Switch – e como a gigante de games poderia, mais uma vez, revolucionar o mercado. Não completou uma semana e foi a vez da Microsoft, agora na linha de desktops, mostrar que também está muito antenada nesse quesito de inovação.

A empresa anunciou nesta terça-feira (26), o seu mais novo computador que promete inserir, pelo menos temporariamente, a Microsoft no “Oceano Azul” da inovação de desktops e mudar positivamente a experiência do usuário. Trata-se do Microsoft Surface Studio PC, o all-in-one com uma configuração robusta, suporte multitouch, uma tela de display PixelSense de 28 polegadas e 12,5 mm de espessura, que se movimenta, e conta com 13,5 milhões de pixels (em comparação com 8,3 milhões da tecnologia 4K).

Além disso há o Dial, um acessório no formato de disco, que quando colocado na tela do Studio abre um menu ao seu redor. Neste disco é possível acionar menus e outros recursos como ajuste de volume, brilho da tela, ou percorrer um documento. O Panos Panay, que lidera a equipe de dispositivos da Microsoft até afirmou no lançamento: ”Estamos a acreditar totalmente que o Surface mudará a maneira de produzir, a forma como você cria e a maneira como você aprende”.

A verdade é que, quando o assunto é tecnologia, computadores, smartphones, vivemos uma imersão constante de empresas do setor em um verdadeiro “oceano vermelho” de concorrência, na qual, o objetivo é tentar convencer você na compra. Por mais inovadores que eles possam ser, rapidamente outras empresas conseguem superar modelos e entregar algo que seja um pouco mais avançado. Resta saber se o Microsoft Surface Studio será rapidamente superado ou se realmente veio para ficar.

Se depender do trailer, ele promete. Assista abaixo:

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Empresas sugadoras de valor: saiba como elas atuam

Para pequenos negócios adotar soluções de computação em nuvem pode parecer um processo sofisticado e intimidador. Porém, essa mentalidade já pode ser deixada de lado, pois a nuvem é para todos. Serviços de Cloud podem ajudar a acompanhar o crescimento do seu negócio oferecendo escalabilidade e flexibilidade com recursos adicionais, enquanto sua empresa continua a se expandir.

A computação em nuvem, com aplicações e informações armazenadas na Internet, oferece benefícios para pequenas empresas, tais como: flexibilidade para utilizar quantidades variáveis de banda larga dependendo das necessidades do seu negócio, pagando apenas pelo uso; recuperação de falhas e proteção para ajudá-lo a garantir a segurança das suas informações e de seus clientes; e, a capacidade de acessar seus dados em qualquer lugar com uma conexão de Internet disponível.

Para começar a desmistificar a nuvem, veja algumas dicas que micro e pequenos empresários podem levar em consideração quando começarem a pensar em adotar Cloud em seus negócios:

Não tenha medo, experimente!

Muitas vezes, uma das grandes preocupações de pequenos negócios é o orçamento. Adotar servidores em Cloud pode parecer uma decisão de alto custo, mas não precisa ser. Existem pacotes e planos com limites mensais e é importante entender muito bem as regras do provedor para ter clareza quanto ao valor máximo que você vai gastar com a nuvem por mês. Você pode optar por serviços de nuvem em que você paga pelo uso real, por exemplo. Conhecer as regras pode ajudar a controlar seu orçamento e operar seu negócio mais tranquilamente na nuvem.

Busque simplicidade

Claro que existem infraestruturas de nuvem muito complexas e que necessitam de uma equipe de TI para configurar e manusear frequentemente. No entanto, um pequeno negócio nem sempre precisa de tanta complexidade e existem muitas soluções simples e fáceis de usar, desenhadas especialmente para o pequeno empreendedor que pode querer colocar a própria mão na massa.

Com tantas plataformas disponíveis no mercado hoje em dia, você não precisa saber como integrar aplicativos ou montar suas configurações. Você pode utilizar soluções já integradas que ajudam a simplificar os processos e que funcionam de forma “arrasta e solta”, com explicações passo-a-passo, tornando tudo mais prático. Encontre uma plataforma com recursos que simplifiquem a nuvem para atender suas necessidades, juntamente com suporte ao cliente para te guiar ao longo do caminho.

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9 dicas para ter um empreendimento lucrativo

Para ter um empreendimento lucrativo é necessário muita determinação e foco para planejar suas estratégias corretamente e criar uma rede de contatos e parcerias que ajudem na divulgação do seu negócio e, assim, atingir o público-alvo de forma mais rápida e eficiente.

Atualmente, para ter sucesso nos negócios, é preciso flexibilidade, bom planejamento e ter habilidades organizacionais. Muitas pessoas começam um novo negócio pensando que eles vão ligar os seus computadores ou abrir as suas portas e já começarão a ganhar dinheiro, apenas para logo descobrir que todo o processo é muito mais complicado do que imaginavam.

Mas você pode evitar esse transtorno em seus empreendimentos comerciais, planejando todos os passos necessários para alcançar o sucesso. Além disso, é preciso ter alguns hábitos para manter o seu negócio lucrativo, como investir em marketing de conteúdo, por exemplo. Leia mais para descobrir como.

1. Organize-se

Para ter um empreendimento lucrativo, é necessário que haja organização. Essa sistematização irá ajudá-lo a planejar quais tarefas precisam ser feitas e em que tempo devem ser realizadas.

Um bom método de organização é, por exemplo, criar uma lista de tarefas diárias. Assim, você garante que não está se esquecendo de nada e que todas as atividades essenciais para a sobrevivência do seu negócio estão sendo completadas.

2. Mantenha os registros detalhados

Todas as empresas bem-sucedidas mantêm registros detalhados, como entrada e saída de mercadorias ou matérias-primas, relatórios, contratação de profissionais, avaliações individuais, análise de fluxo de caixa. Ao fazer isso, sabe-se precisamente em que situação a empresa está financeiramente e que desafios potenciais pode vir a enfrentar.

Uma planilha é uma boa ideia para manter os dados detalhados e à disposição, como também os relatórios diários.

3. Analise a sua concorrência

Concorrência gera os melhores resultados. Para ter um empreendimento lucrativo, não se pode ter medo de estudar e aprender com seus concorrentes, afinal, eles podem ter ótimas estratégias com as quais você poderá implementar em seu negócio para elevar os lucros.

4. Compreenda os riscos e benefícios

A chave para ser bem-sucedido está em correr riscos calculados para ajudar o seu negócio a crescer. Uma boa pergunta a se fazer é: Qual é a desvantagem? Se você responde a essa pergunta, já sabe qual é o pior cenário possível. Esse reconhecimento permite assumir alguns riscos calculados, que podem gerar enormes recompensas para o seu negócio.

Todos os empresários assumem riscos. Portanto, observe os custos e benefícios de cada decisão e descubra as vantagens e desvantagens. Tenha planos de back-up preparados e encontre assessores de confiança, como contabilistas, bancos, consultores de marketing, advogados e agentes de seguros. Dessa forma, se seu plano falhar, você tem quem te apoie e ajude a decidir os próximos passos e riscos que você deve assumir.

5. Seja criativo

Sempre esteja à procura de outras maneiras inovadoras de melhorar o seu negócio e fazê-lo se destacar da concorrência. Reconheça que você não sabe tudo e esteja aberto a novas ideias e novas abordagens para ter um empreendimento lucrativo. Inclusive, na hora de preparar campanhas de marketing, a sua criatividade será o “carro-chefe”.

6. Mantenha o foco

Aqui se aplica o velho ditado: “Roma não foi construída em um dia”. Só porque você abriu um negócio não significa que você vai imediatamente começar a ganhar dinheiro. Leva tempo para que as pessoas saibam quem você é, portanto, fique focado em alcançar seus objetivos em curto prazo e dê o tempo necessário para se erguer por conta própria.

7. Prepare-se para fazer sacrifícios

Começar um novo negócio é trabalho duro e, assim que você abre suas portas, o trabalho está apenas começando. Para que seu empreendimento seja lucrativo, você provavelmente terá que fazer sacrifícios logo no início, como ficar menos tempo com a família e amigos, para focar todos os seus esforços no novo projeto.

8. Preste um excelente serviço

Há muitas empresas de sucesso que se esquecem de que o fornecimento de um excelente serviço ao cliente é de máxima importância. Se você prestar o melhor serviço para os consumidores, eles estarão mais inclinados a vir até você (ao invés de ir até a empresa concorrente), na próxima vez que precisarem de algo. Então, se quiser ter um empreendimento lucrativo, deve-se atentar ao serviço prestado.

9. Seja consistente

A consistência é um componente-chave para ganhar dinheiro nos negócios. Você tem que cumprir as metas necessárias para ser bem-sucedido dia após dia. Isso irá criar hábitos positivos, em longo prazo, que irão ajudá-lo a ganhar dinheiro.

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Conheça as duas armadilhas que impedem o êxito profissional

Muitas empresas fracassam, a questão é conhecer os motivos. De acordo com uma palestra TED de Knut Haanaes, da BCG, elas frequentemente fazem mais do mesmo em vez de promover o novo. Para ele, um verdadeiro aumento qualitativo é possível mediante o equilíbrio da exploração e aproveitamento.

Desenvolvido por Jim March, o conceito de exploração consiste em imaginar o novo, buscar e descobrir novos produtos e inovações. Enquanto isso, o aproveitamento significa tomar conhecimento do que temos e melhorá-lo. E ainda que não seja arriscado a curto prazo, será ao longo prazo se apenas se aproveitar.

“Se temos uma perspectiva de longo prazo, será melhor explorar. Mas a curto prazo é melhor aproveitar. As crianças exploram todos os dias, mas à medida em que envelhecemos, exploramos menos, porque temos mais experiência aproveitando. O mesmo ocorre com as empresas, que se tornam menos inovadoras à medida que se tornam mais competentes”, disse Haannaes.

Deste modo, são os diretores gerais quem mais se questionam sobre o processo. Vários se perguntam como é possível dirigir e redefinir o negócio ao mesmo tempo, e como ter certeza que a empresa pode mudar antes que esteja obsoleta ou entre em crise.

Para Haannaes, não é fácil explorar e aproveitar ao mesmo tempo. É por isso que, segundo estudos, apenas 2% das empresas conseguem fazer ambas as coisas de forma paralela e efetiva. O especialista menciona casos como Nestlé com a Nespresso, Lego e seus filmes, e a Toyota com os híbridos.

Existem duas armadilhas principais que impedem explorar e aproveitar ao mesmo tempo de maneira efetiva:

A busca perpétua. Nesta fase se descobre algo, mas não há paciência ou determinação para consolidá-lo ou fazer funcionar. No lugar de seguir com isso, cria-se algo novo. Por fim, este círculo continua se repetindo, impedindo que a ideia seja materializada.

O sucesso. A segunda armadilha consiste em permanecer o sucesso imediato, sem prosseguir com mudanças. Isso acontece muitas vezes com empresas que estão se saindo muito bem, mas permanecem nessa rotina, sempre fazendo o mesmo, que se supõe dar um sucesso garantido. Bill Gates disse: “O sucesso é um péssimo professor. Nos faz acreditar que não podemos falhar”. Esse é o desafio com o sucesso.

Haannaes também se refere às lições que profissionais e executivos devem aprender:

Sair da crise. Aqui se menciona Netflix, sempre apostando em algo novo, inovando.

Pensar em escalas de tempo. Às vezes as empresas não dedicam todo o tempo e custo, mas isso pode mudar um planejamento para estabelecer aumento com o passar dos anos.

Atrair talento. Ninguém consegue sozinho, assim como se rodear da melhor equipe é indispensável.

Ser cético com o sucesso. “Talvez seja útil pensar nas antiguas marchas triunfais dos romanos, quando os generais depois de uma grande vitória eram celebrados. Ao entrar em Roma montados no carro triunfal, iam sempre acompanhados por alguém que sussurrava em seu ouvido: “Lembre-se que és apenas um homem”.

Qual foi a última vez que você explorou algo novo? Que tipo de efeito isso teve sobre você? Existe algo que você deve fazer?

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9 dicas infalíveis para aumentar sua produtividade

Sua equipe anda pouco produtiva no trabalho e você acha que é por falta de motivação? Você não está sozinho. Segundo uma pesquisa do ano passado da Gallup com líderes e colaboradores, 90% dos profissionais se declararam “não tão engajados com o trabalho” ou “realmente desengajados”. A falta de engajamento está de braços dados com a queda na produtividade, infelizmente. Mas há algumas formas de virar o jogo – tanto para o gestor quanto para o time.

Antonio Carlos Soares, especialista em produtividade, CEO e co-fundador do Runrun.it, uma ferramenta de gestão do trabalho, dá algumas dicas que podem ser levadas a todas as hierarquias da empresa. Algumas são tão óbvias que não nos lembramos de segui-las todos os dias. Outras, nem tanto. Teste em sua empresa e conte se deu resultado.

1. Desconecte-se
Está difícil trabalhar com tanta coisa interessante para ver na internet e no celular? Cheque seu e-mail e suas redes antes de trabalhar. Depois, coloque o celular na gaveta e feche as abas do navegador que não têm a ver com seu trabalho.

2. Fone de ouvido
Se a empresa permitir, escute música com fone de ouvido quando precisar se concentrar. A música ajuda a focar sua atenção apenas à tarefa que está sendo executada. Além disso, os fones evitam que outras pessoas te perturbem.

3. Ambiente nota 10
A produtividade, ou a falta dela, pode não ser totalmente culpa do profissional. O ambiente do escritório influencia muito a motivação dos funcionários. Locais bem iluminados, com temperaturas medianas (18° no mínimo), são os melhores lugares para se trabalhar. Plantas e paisagem natural aumentam a produtividade em até 15%, segundo uma pesquisa da Universidade de Queensland.

4. 15 minutinhos para respirar
Todos precisam disso, tenha certeza. Depois de finalizar uma tarefa complexa, de longa duração, tire 15 minutos para relaxar. Tome um café, estique as pernas, confira as notícias. Esse intervalo descansará sua mente para a próxima tarefa.

5. Use e abuse da nuvem
A tecnologia pode ajudar, e muito, sua produtividade. Usar ferramentas de gestão na nuvem (que não precisam ser instaladas no computador) para automatizar tarefas burocráticas, como reuniões, envio de e-mails e a produção de relatórios, pode aumentar de 20% a 30% a produtividade das equipes, segundo pesquisa da McKinsey. O Runrun.it, por exemplo, ajuda a organizar o fluxo de trabalho e a formalizar a comunicação.

6. Fuja de reuniões
Os fundadores da 37signals, empresa americana de tecnologia, escreveram no livro Getting Real que “reuniões são tóxicas”. Elas drenam não só a sua energia como a de todos presentes – principalmente porque normalmente são mal planejadas. Para tornar suas reuniões menos morosas, tente realizá-las em pé – o desconforto irá torná-las mais eficientes e rápidas. E só convide quem realmente for necessário.

7. Faça sentido
Se o pessoal anda desmotivado, provavelmente não está vendo sentido no que está fazendo. Inclua sua equipe nas decisões e mostre como cada tarefa impacta no resultado final desejado pela empresa.

8. Uma boa noite de sono
“Ah, mas isso é óbvio!”, o leitor pode dizer. Mas nem tão fácil de se praticar. Então segue uma informação importante: segundo uma pesquisa da Universidade de São Francisco, quase ninguém (apenas 0,2% da população) consegue ter bom desempenho no trabalho dormindo menos de seis horas por noite.

9. Realize feedbacks
Pode não parecer, mas oferecer feedbacks frequentes aumenta a motivação da equipe. Isso porque os profissionais precisam de avaliação para entender se estão ou não no caminho certo.

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WhatsApp permite envio de gifs em versão beta

Usuários Android da versão beta do Whatsapp já podem usar gifs animados em suas conversas. A novidade, disponível a partir da versão 2.16.242, permite a criação de arquivos animados com a câmera do aparelho.

Para ter acesso, é preciso a autorizar o recebimento de atualizações experimentais no Google Play, na opção “Become a Tester”.Depois de baixar a versão beta, basta abrir uma conversa, escolher a opção “Câmera” no botão “Anexar”, gravar um vídeo e selecionar as imagens para criar o gif. Caso você mande um gif para um usuário que ainda não tem a versão beta, ele receberá apenas um vídeo convencional.

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Um centavo por mês e duas dicas de investimento

Nada se compra com apenas um centavo (R$ 0,01), sequer uma balinha sem graça. Mas, por incrível que pareça, é possível investir mensalmente com aquela moedinha cor de bronze que, quando cai no chão, a gente nem se abaixa pra pegar. De grão em grão…

As melhores opções para quem tem pouco dinheiro sobrando todo mês são os fundos Órama Simples DI Tesouro e Órama Inflação, de acordo com a consultora de investimentos Sandra Blanco. Mas, atenção, em ambas as aplicações, o valor inicial necessário é de R$ 1 mil. Depois, basta um centavo mesmo.

“O Órama Simples DI Tesouro é um excelente fundo para investidores conservadores e também para investir a sua reserva para emergências. O fundo tem liquidez diária e rende mais do que a poupança”, orienta Sandra, destacando que o rendimento da caderneta não tem compensado nem a inflação.

O Órama Simples DI Tesouro investe nos mesmos títulos pós-fixados do Tesouro Direto (Tesouro Selic), por isso tem baixíssimo risco. E a taxa de administração é de somente 0,3% ao ano. Isso é muito importante para a rentabilidade final. Em alguns bancos, para essa mesma carteira, a taxa chega a 5% ao ano. Na página da Órama, um simulador mostra o quanto essa diferença de taxas representa no bolso de cada um, de acordo com o valor investido.

O fundo Órama Inflação é outra boa alternativa, conservadora, que aplica o dinheiro dos cotistas em NTN-B, títulos atrelados ao índice de preço IPCA. Também requer uma aplicação inicial de R$ 1 mil, mas depois é possível aplicar com um centavo por mês. Este ano, a rentabilidade do fundo chega a 10,73%, acima dos 8,81% do CDI (percentuais acumulados até 22/08/2016).

“Aplicar requer disciplina e, cada centavo a mais, num cenário de inflação alta, faz diferença”, explica a consultora Sandra Blanco.

Fonte: Administradores.com.br

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8 provas de que líderes humildes são muito mais eficientes

Quem não deseja ser grande? Na realidade, quem preferiria servir do que ser servido? Tornar-se influente não é o sentido principal da vida – alguém que é servido e atendido por outros? Muitas pessoas associam humildade com ser fraco ou ineficaz e a maioria não admira outros por serem humildes.

O CEO médio da Fortune 500 ganha entre 10 e 15 milhões de dólares por ano, possui milhares de empregados sob seus comandos e recebe luxos. Entretanto, apesar de suas remunerações e vantagens, o CEO médio da Fortune 500 dura apenas 5 anos. Em um artigo de 2005 na Harvard Business Review, o autor Jim Collins postulou um nível mais elevado de líder caracterizado por humildade e determinação intensa.

A humildade é uma escolha incrivelmente poderosa. É a força fundacional da liderança e fator crítico para o sucesso. Humildade é a porta de entrada para outras qualidades como a empatia, autenticidade e integridade.

“O orgulhoso será logo humilhado; mas com os humildes está a sabedoria” – Provérbios 11:2

Quando olhamos alguns dos maiores líderes mundiais (passados e presentes), a humildade é uma das qualidades em comum que eles têm. Pesquisas científicas sobre poder e efetividade da humildade mostraram que ela oferece uma “vantagem competitiva” significativa para os líderes.

De acordo com um estudo da Faculdade de Administração da Universidade de Washington, pessoas humildes tendem a se tornar os líderes mais efetivos de acordo com o professor associado Michael Johnson. “Nosso estudo sugere que uma abordagem de liderança mais ‘silenciosa’ – escutar, ser transparente, estar ciente de suas limitações e admirar os esforços e contribuições dos colegas – é uma forma efetiva de engajar os funcionários”.

“Humildade é uma coisa estranha. No momento em que acha que teve, você perdeu” – Sir Edward Hulse

Uma pequena cidade quis identificar e recompensar seu cidadão mais humilde. Uma pesquisa foi feita e por fim identificou a pessoa. Numa cerimônia presenciada por todos os dignatários, ele foi apresentado com uma medalha que tinha as seguintes palavras engravadas: “O homem mais humilde da cidade”. Entretanto, no dia seguinte tiveram que pegar a medalha de volta, porque ele continuou utilizando e mostrando.

Como identificar a humildade nos líderes

O vocubulário deles é principalmente composto de “nós” em vez de “eu”?

Eles colocam os interesses da equipe antes dos deles? Líderes humildes procuram constantemente procurar oportunidades para ajudar e servir os outros. O líder humilde não está ocupado consigo. A humildade cessa a luta por sua própria agenda, lutando pela agenda coletiva. Muitos líderes erram ao controlarem, dominarem ou se comportarem de forma agressiva. A humildade requer esforço e é o oposto de orgulho e arrogância. É o domínio da auto-liderança.

“A verdadeira humildade não é pensar menos em si mesmo, mas pensar menos em si mesmo” – C. S. Lewis

Eles se gabam? Levam mérito por todo o sucesso?

A humildade promove auto-reflexão e autoconhecimento. Existe uma diferença entre falar sobre suas conquistas e se gabar por elas. Quando as conquistas desses líderes atraem elogios, eles rapidamente reconhecem a contribuição dos outros e facilmente dão crédito. Além disso, eles não deslocam a culpa quando fracassam. Líderes orgulhosos parecem ter todas as respostas certas, líderes humildes parecem sempre ter as perguntas certas.

Como você se sente quando está por perto deles?

Insignificante, ótimo, empoderado? É difícil estar por perto de líderes se eles sempre tiverem que ser a pessoa mais inteligente do ambiente. As pessoas querem trabalhar com e para líderes de quem gostem. Líderes humildes enxergam os outros como iguais, não como subordinados. Eles não permitem que sua posição de autoridade faça com que eles se sintam melhores que ninguém. Nós gravitamos em torno tais líderes porque eles fazem com que todos se sintam valorizadas, independente da hierarquia, do zelador ao presidente do conselho. Em tempos difíceis, as pessoas confiam em líderes humildes cada vez mais para passar por crises.

Como eles lidam com críticas e oposição?

Como eles falam sobre os outros da equipe ou concorrentes? Líderes narcisistas levam as coisas para o pessoal e podem falar sem consideração cautelosa. Líderes humildes estão abertos para outras perspectivas e opiniões de outras pessoas. Eles buscam diferentes opiniões. Eles reconhecem os limites e respeitam os outros. Eles percebem que está abaixo deles humilhar alguém. A humildade é manifestada em como nos relacionamos com os outros. É revelado em palavras, atitudes e ações. Líderes humildes recompensam em público e disciplinam no privado.

Eles admitem quando estão errados?

Humildade é ser capaz de admitir que você estava errado. Se você não consegue admitir que estava errado, você não pode crescer. Líderes são aprendizes contínuos, sempre querendo e prontos para aprender coisas novas. Líderes humildes são ótimos ouvintes e geralmente possuem alta Inteligência Emocional. Eles não têm medo de mostrar sua vulnerabilidade, o que o faz mais humano e acessível. Um pedido de desculpas é o sinal de um líder forte. Grandes líderes estão cientes de suas próprias imperfeições, então eles perdoam os erros dos outros. Eles oferecem elegância àqueles que os ofenderam.

“O primeiro a se desculpar é o mais corajoso. O primeiro a desculpar é o mais forte. E o primeiro a esquecer é o mais feliz” – Desconhecido

Eles se levam muito a sério?

Líderes humildes são fortes, mas despreocupados. Isso ajuda a promover uma atmosfera positiva. Eles conseguem rir de si mesmos e podem enxergar humor em situações que ajuda a deixar todos relaxados. Humor é uma ótima forma de persuadir e influenciar uma equipe. O líder humilde irá utilizar humor autocrítico, enquanto que o líder arrogante irá concentrar seu humor nos outros. Líderes que utilizam humor permitem que as pessoas se sintam confortáveis ao seu redor. Isso funciona como um catalisador para influenciar e inspirar os outros.

Eles aceitam planejamento de sucessão?

Líderes humildes compartilham seu conhecimento e gostam de ver seus seguidores crescerem e se desenvolverem. Para ser um grande desenvolvedor de pessoas, você deve ser muito confiante, porque levar as pessoas aos seu máximo potencial pode significar que elas eventualmente irão deixar você para trás. O acadêmico de negócios James Collins e uma equipe de pesquisa conduziram uma análise histórica de cinco anos sobre empresas que com o passar do tempo conseguiram fazer uma transição sustentável de bom para excelente. Planejamento de sucessão era um problema. Collins escreve “Em mais de três quartos das empresas comparadas encontramos executivos que colocaram seus sucessores no fracasso, escolheram sucessores mais fracos ou os dois”.

“Nós ascendemos ao levantar os outros” – Robert Ingersoll

Humildade é uma virtude, mas, por outro lado, é possível ter muito disso?

Alguns dizem que ter muita humildade pode ser uma coisa ruim. Se alguém tiver uma raíz de humildade firmemente plantada, não é algo que você pode ligar ou desligar. É um fluxo natural de um coração sincero. O filósofo do século XII Maimonides acredita que o “meio termo” sempre foi a melhor forma de se viver. Humildade não deve ser confundida com timidez, imprudência ou permitir que os outros passem a perna em você. Desenvolver humildade é um processo, para uma consciência mais elevada. Humildade serve como um antidoto para nos proteger dos efeitos venenosos de um ego incontido. O ego ama o orgulho. Ele nos cega com um falso sentimento de indestrutibilidade, embaça nosso julgamento nos levando a tomar decisões ruins e acabar os relacionamentos. Humildade, por outro lado, se for procurado constantemente e for prudentemente polido com o tempo é uma poderosa ferramenta para o bem que ajuda a alcançar e sustentar o sucesso.

Artigo publicado originalmente no LinkedIn da autora e gentilmente cedido ao Administradores.com