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Dicas do fundador do Waze sobre começar um negócio de sucesso

Em entrevista para o meu livro “A Revolução das Startups”, Uri Levine deu 4 dicas super relevantes para criar um negócio tão bacana como o dele.

O Uri Levine é a fera genial que ajudou a criar o Waze. Bom, se você já usou, sabe o quanto o negócio é sensacional para evitar o trânsito e ajudar você a ir aonde quer. Se não usou – tá doido? O app é bom demais.

Você sabia que o Waze tem ajudado a melhorar o trânsito em vários lugares do mundo, mais do que departamentos inteiros do governo? Legal, né, mas o mais top é que em entrevista para o meu livro “A Revolução das Startups”, Uri Levine deu 4 dicas super relevantes para criar um negócio tão bacana como o dele.

“Se apaixone pelo problema que você quer solucionar – não pela solução”

Essa é uma daquelas clássicas que precisamos lembrar e lembrar novamente, pois as pessoas continuam esquecendo. Não comece um negócio pensando “eu tenho algo legal aqui, o que posso resolver com isso?”. Não será específico para nenhum problema, portanto, sempre perderá para as soluções que vieram para aquilo. Essa foi a justificativa do Uri.

Empreendedorismo é uma resposta a um problema, você quer solucionar algo e resolveu criar o seu jeito. Então, por onde começar? Apaixonando-se por aquilo que quer resolver, não pelo “como”. Até porque, para pensar nas melhores alternativas e estar sempre inovando, a paixão pelo problema vai ser mais relevante.

“Foco não é o que você está fazendo, mas aquilo que não está – essas são as decisões difíceis”

Você certamente vai encontrar muitas alternativas para resolver o problema e milhões de incrementos, porém isso requer tempo, dinheiro e energia que você acaba dividindo. O grande segredo é saber o que você não deve fazer, pois para começar é mais importante estar atento aonde não ir.

É uma ótima forma até de começar a trabalhar qual solução você quer desenvolver, evitar caminhos em que a competição já é terrível e que também não vão de acordo com as suas crenças. Já é bem interessante para definir o ambiente a ser explorado.

“Cometa seus erros rápido, para consertar rápido”

A essência do Startup Lean, ou seja, um dos conceitos mais aplicados pelas startups, é esse: erre rápido para saber o que funciona e o que não funciona. Não fique indagando e imaginando, vá descobrir fazendo e consertando.

A questão é que ele destaca muito em aumentar a velocidade em que esses erros e ajustes são cometidos. Quanto menores são os períodos, mais rápido você está evoluindo e chegando a uma solução.

“Como você pode fazer o mundo melhor? Não só para você, para todo mundo”

Aqui temos duas questões super importantes que ele quis destacar. A primeira é a de realmente estar fazendo algo significativo, do qual você se orgulhe de estar resolvendo e ajudando… E dentro desse ponto, o de estar ajudando, vem a segunda questão, que consiste em ser algo que não deve ser apenas para você ou para um grupo muito pequeno de amigos, mas para um grupo muito grande pessoas.

Se você quer criar algo de sucesso, que venha a fazer a diferença no mundo, precisa fazer com que ele ajude muita gente, senão será apenas uma invençãozinha sua para você mesmo (não que isso seja um problema, mas não é o empreendedorismo que você pode entregar à humanidade).

Essas são as 4 dicas relevantes para você refletir quando estiver pensando no empreendedorismo. O Uri comentou que isso foi decisivo para começar o Waze, e suas outras iniciativas atuais, e também vai usá-las nas que ainda virão. Boa sorte e curta seu Free LifeStyle.

 

Fonte: www.administradores.com.br

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O que o Google anda fazendo para conter o spam?

A partir de junho 2016, o popular serviço do Gmail irá rejeitar quaisquer mensagens que não passem pelas verificações de autenticação que fazem parte das políticas do DMARC

O Google anunciou recentemente que está intensificando seu compromisso com o DMARC (Domain-based Message Authentication, Reporting & Conformance). A partir de junho 2016, o popular serviço do Gmail irá rejeitar quaisquer mensagens que não passem pelas verificações de autenticação que fazem parte das políticas do DMARC.

A adoção do DMARC pelo Google é um enorme passo na direção certa para a implantação global destas políticas e uma “marca” da estabilidade do DMARC em geral. O Yahoo! anunciou anteriormente que iria praticar essa mesma política. E o Google, por sua vez – e como o maior provedor de e-mails do mundo –, se movendo para rejeitar estas mensagens duvidosas, também é um grande endosso para o mercado.

E o que isso significa para empresas que atuam na área de serviços financeiros e de outras organizações para garantir que elas não sejam negativamente afetadas por estas mudanças? Com base em nossa experiência, implementar plenamente o DMARC no lado do remetente, combinada com as recomendações do BITS (The Financial Services Roundtable), aqui estão os cinco passos que recomendamos para se certificar que sua organização estará em conformidade com o DMARC em conformidade antes destas mudanças efetivamente acontecerem.

1) Auditoria: criar um inventário dos domínios de e-mail da sua organização, caixas de e-mail e tipos de e-mail, incluindo todos os domínios de envio de e-mail ativos, bem como domínios inativos registrados para fins defensivos ou proteção da marca. Os domínios ativos podem conter vários fluxos de e-mail provenientes de diferentes grupos ou fornecedores. Os dados fornecidos pelo DMARC ou o chamado Trusted E-mail Registry pode aumentar a pesquisa interna e reduzir o custo de descobrir “correntes” de e-mail com problemas;

2) Detectar: comparar e contrastar dados do mundo real com a sua estratégia de implementação de autenticação de e-mails previamente indicados;

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3) Remediar: resolva os problemas de implementação de autenticação de e-mail ou problemas operacionais descobertos durante a auditoria ou ainda na fase de detecção dos problemas;

4) Assegurar: implementar políticas de bloqueio para ambos os domínios ativos e inativos. A publicação de uma política de bloqueio permite ISPs (provedores de Internet) participantes a impor quarentena ou rejeitar e-mails não autenticados em seu nome;

5) Monitorar: continuar a procurar novos sinais de abuso, problemas operacionais, mudanças na topologia da rede, entre outras anomalias. Agressivamente perseguir as quedas do serviço para ganhar a reputação ao se tornar um “alvo difícil”.

O DMARC é um padrão de autenticação muito útil, que vai ajudar a reduzir a quantidade de spams entregues em todo o mundo. Enquanto muitas organizações não acreditam nesta adoção, a iniciativa do Google para ter uma rigorosa política de rejeitar e-mails “ruins” com base no DMARC significa que nenhuma empresa que pretenda se comunicar com seus clientes poderá continuar a ignorá-lo.

Daniel Ingevaldson é CTO da Easy Solutions.

 

Fonte: www.administradores.com.br

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Por que seu e-commerce precisa de um site responsivo

Especialmente depois das mais recentes alterações no algoritmo do mecanismo de busca do Google, a necessidade de sites contarem com um design responsivo veio mesmo à tona. E os e-commerces não poderiam ficar de fora dessa! Como direcionar os maiores esforços da empresa para contemplar as necessidades dos clientes é uma premissa básica para o sucesso de qualquer negócio, o mundo digital se viu obrigado a se adaptar, passando a olhar com mais cuidado para os acessos por dispositivos móveis — os principais responsáveis e afetados por essas mudanças.

Pare e pense só por um minutinho sobre a principal diferença entre as visitas a uma loja virtual em relação às lojas físicas. A palavra-chave é acesso, não é mesmo? Afinal de contas, enquanto as pessoas só acessam uma loja física ao adentrarem seu ambiente, uma loja virtual, por sua vez, pode receber visitas vindas de desktops, notebooks, smartphones, tablets e até da TV — além de muitos outros canais que ainda estão por vir!

Esse cenário só elucida a importância de se ter um site responsivo, que conte com toda uma estrutura — desde design, passando pelos textos e chegando às ferramentas — devidamente adaptada aos diversos tamanhos de tela existentes nos dispositivos móveis de hoje em dia. Quer saber mais sobre o assunto, entendendo direitinho qual é a real necessidade de se contar com um site responsivo? Então fique de olho:

Número de acessos mobile

Dados da GlobalWebIndex expostos no portal Correio Braziliense mostram que 80% das pessoas conectadas possuem um smartphone, ao passo que 47% usam um tablet como dispositivo de suporte. Impressionado com essas porcentagens? Pois saiba ainda que o tempo conectado por dia em dispositivos móveis é, em média, de 1,84 hora! Assim, se você quer alavancar as vendas do seu e-commerce não pode simplesmente ignorar esses números, não concorda?

Compras por dispositivos móveis

Informações igualmente recentes trazidas pela Gazeta do Povo sobre o relatório WebShoppers de 2015 evidenciam que a participação dos dispositivos móveis nas aquisições de produtos e serviços pela internet chegou a 9,7% em 2014. Esses dados só elucidam como o perfil do público e seus hábitos de pesquisa e compra vêm mudando com o tempo. E não foi só o mercado que percebeu essas modificações no comportamento das pessoas, viu? O Google também enxergou isso como uma ótima oportunidade para se adaptar ao oferecer aos usuários uma experiência ainda melhor!

Mudanças nos algoritmos Google

Anunciada em fevereiro de 2015 e colocada em prática dois meses depois, as alterações no sistema de ranqueamento das páginas no motor de busca do Google teve como alvo exatamente os usuários de dispositivos móveis. Essa modificação, no entanto, causa mais interferência  para quem acessa via mobile, Com essa revolução, o posicionamento de sites que não se adaptam aos diferentes tamanhos de telas piora significativamente.

A primeira dica para seu e-commerce se posicionar melhor nesse mecanismo de busca atualmente é ter um site leve, de carregamento rápido, para facilitar ao máximo o acesso de usuários que costumam se conectar em ambiente sem wi-fi. Outro cuidado diz respeito à usabilidade das pessoas com seu site em telas diferentes. Por isso, teste sempre se o texto está em um tamanho legível, se as imagens não são grandes demais para serem carregadas e se os botões estão em bons tamanhos para as pessoas não tocarem por engano ou terem dificuldades na confirmação de uma ação.

Acredite de uma vez por todas: a tendência é que os números do acesso móvel só cresçam nos próximos anos! Portanto, a busca para satisfazer seus clientes passa pela adaptação do seu e-commerce para que os usuários possam acessá-lo a partir de qualquer dispositivo e de absolutamente qualquer lugar, aumentando a reputação da sua loja virtual. Então o que ainda está esperando?

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Entenda a importância do SAC no e-commerce

Já pensou que, em tempos de compras virtuais, oferecer o melhor Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) online aos seus clientes pode ser um fator decisivo para o sucesso do seu e-commerce? O segredo é sempre se lembrar de que o foco de uma loja virtual deve estar em proporcionar a melhor experiência de compra para o usuário, o que envolve especialmente contar com um atendimento rápido, eficiente e respeitoso.

As vantagens de se investir em um bom SAC são inúmeras, indo desde fidelizar clientes habituais pelo bom atendimento até captar novos clientes por meio de indicações de usuários satisfeitos e ser referência em bom atendimento no e-commerce. Mas como exatamente conseguir desenvolver um bom serviço de atendimento ao consumidor? Pois confira o artigo completo e descubra.

Cuidar do atendimento pós-venda

Algumas empresas simplesmente não medem esforços para conquistar clientes e fechar compras, mas assim que recebem alguma sugestão, uma reclamação ou mesmo um pedido de ajuda, não oferecem o mesmo atendimento rápido e eficiente das etapas anteriores. É preciso ter consciência de que um cliente insatisfeito com o atendimento pós-venda não só pode deixar de comprar novamente na sua loja como não indicará seu produto para outras pessoas, fazendo com que o e-commerce não perca só um, mas vários clientes. O pós-venda no e-commerce é, portanto, crucial!

Monitorar as redes sociais

Hoje em dia, as impressões de praticamente qualquer pessoa — esteja ela satisfeita ou insatisfeita e tenha ela razão ou não — podem facilmente ir parar nas redes sociais e tomar enormes proporções, pelos mais diversos motivos. Assim, se seu e-commerce extrapola o prazo de entrega combinado, já pode ser motivação suficiente para o cliente ir até o Facebook dizer com todas as letras que não recomenda sua loja porque ainda não recebeu seu produto. Claro que nenhuma empresa está isenta de cometer erros, mas a maneira como ela lida com isso faz toda a diferença! Portanto, monitorando as redes sociais para responder possíveis reclamações você fica preparado para mudar uma percepção negativa do cliente com relação a seus produtos, serviços ou atendimentos.

Reagir às dúvidas mais frequentes

Quando você percebe que algumas dúvidas de consumidores aparecem mais frequentemente ou até mesmo se consegue antecipar alguns questionamentos comuns — relativos à forma de pagamento, ao prazo de entrega, à mudança no cadastro e assim por diante —, pode ser interessante disponibilizar um campo para perguntas e respostas recorrentes. Tudo bem que organizar esse conteúdo pode levar algum tempo, mas esse prévio trabalhinho extra com certeza poupará tanto seu tempo como o de seus clientes depois!

Dar tratamento humanizado

Não é porque o atendimento no e-commerce é feito todo virtualmente que você não pode conseguir oferecer um tratamento humanizado, respeitoso e acolhedor. Fato é que a eficiência do sistema na compra é essencial para que o negócio seja efetivado, mas cuidar da maneira com a qual você conversa com seu cliente antes, durante e depois da transação pode também ser um grande diferencial.

Usar o feedback a favor do e-commerce

O medo de se deparar com um retorno negativo pode se transformar em um dos maiores aliados do e-commerce se o empresário souber utilizá-lo de maneira a melhorar seu negócio. Assim, se o cliente fornece uma informação valiosa que pode ajudar o gestor a entender o que há de errado nos processos do seu negócio, é preciso explorar esse feedback ao máximo, a fim de entender como solucionar a questão para que outra pessoa não tenha que reportar o mesmo problema.

A gestão de um e-commerce obviamente tem suas particularidades, que, exatamente por isso, devem ser encaradas com muito cuidado. E, como você aprendeu aqui, é aí que entra um bom Serviço de Atendimento ao Consumidor!

Fonte: https://moip.com.br/

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5 segredos para o sucesso da sua empresa

Todo mundo sabe que realizar o grande sonho de ser o próprio chefe e abrir uma empresa não é fácil. Essa tarefa, além de muito desafiadora, pode ser cansativa, por isso, ter uma equipe motivada e disposta a fazer parte da história do seu negócio é essencial na hora de garantir o sucesso e se firmar como uma empresa que faz a diferença para o mercado.

Mas, como disputar os jovens talentos com as corporações tradicionais e conquistar funcionários que acreditem no potencial da sua empresa? Simples! Entendendo as mudanças de mercado e fornecendo para as novas gerações o espaço que elas precisam para transformar seu investimento de hoje em um sucesso do futuro.

Confira agora algumas dicas que poderão transformar seu investimento na empresa dos seus sonhos:

1. Pergunte-se sempre “Qual empresa você quer ser?”

O mercado está mudando. Grandes corporações como o Facebook e o Google mostram diariamente que um dos segredos para obter o sucesso é se transformar em uma empresa que todo mundo adoraria trabalhar. Como fazer isso? Primeiro pegue todos os detalhes que te desmotivavam como funcionário e fique atento para não deixar acontecer agora que é o chefe, depois é só ficar sempre de olho nos pedidos e sugestões da sua equipe para transformar o ambiente de trabalho em um lugar descontraído, divertido e agradável pra todos.

2. Acredite na capacidade da sua equipe

Temendo perder o controle, muitos empreendedores acabam centralizando as funções em si mesmos, o que, além de sobrecarregar qualquer um, acaba transformando o sonho em um verdadeiro pesadelo. Por isso é importante contratar uma equipe bem preparada, na qual você

sabe que pode confiar desde as tarefas mais simples do dia a dia, até as mais relevantes para o seu futuro.

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3. Incentive os talentos individuais

O trabalho em equipe é fundamental para o sucesso de qualquer empresa, afinal, duas cabeças pensam melhor do que uma, e diversas são capazes de soluções brilhantes. Entretanto todo mundo precisa de espaço e liderança para desenvolver seus talentos individuais, por isso, incentivá-los e valorizá-los pode ser um grande trunfo na hora de obter respostas rápidas e delegar tarefas e responsabilidades específicas.

4. Crie um ambiente de trabalho que seus funcionários apreciem

Não importa qual o seguimento da sua empresa, é essencial propor um ambiente de trabalho que estimule a criatividade da sua equipe. Atualmente diversas empresas propõem salas de jogos, pausas para cafés ao longo do dia ou até mesmo um horário de almoço mais flexível, isso, além de deixar o colaborador mais confortável, estimula um novo jeito de pensar. Lembre-se, muitas vezes pequenos detalhes fazem diferença no ambiente de trabalho.

5. Invista na motivação da sua equipe

Uma equipe motivada trabalha muito mais feliz, por isso é essencial ficar sempre de olho no que os seus funcionários precisam para valorizar sua empresa e desempenharem suas funções da melhor forma possível.

Algumas vezes é difícil saber por onde começar a motivar sua equipe, por isso a gente te dá uma forcinha! Saiu a Pesquisa + Valor 2015, que traz o preço médio da alimentação e refeição na sua região. Acesse www.pesquisamaisvalor.com.br, descubra se o valor do Ticket da sua equipe está de acordo com a região, se não, adapte-se e comece a motivar por um dos pontos mais importantes para o brasileiro: a alimentação!

 

Fonte: www.administradores.com.br

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Como formar e aperfeiçoar um time de TI

Não há uma fórmula mágica, mas a diversidade e complemento dos papéis em um time, somados ao entendimento de cada papel e a aceitação pelo grupo do estilo de cada indivíduo podem ser um bom ponto de partida.

A primeira declaração que o manifesto ágil nos apresenta é a valorização sobre os indivíduos e a interação entre eles, ação que deve ser adotada mais que (e não no lugar de) os processos e as ferramentas utilizadas no nosso dia a dia. Porém, um dos maiores desafios de um time de TI é justamente navegar pela subjetividade das relações entre pessoas e saber racionalizar como as próprias ações individuais podem afetar, de maneiras diferentes, cada integrante do time, assim como as ações individuais de cada membro do time podem afetar uma pessoa.

No modelo de desenvolvimento de grupo, proposto por Bruce Tuckman, uma das fases mais delicadas que um time passa, logo após a formação, é chamada de Storming. Esta etapa geralmente tem início justamente quando emergem conflitos entre os membros do time, sendo um dos principais problemas as diferenças entre os estilos de trabalho de cada um. Estas diferenças devem ser entendidas e trabalhadas pelo grupo para que o time possa se mover em direção ao próximo estágio.

A forma como cada indivíduo se comporta em um grupo e o papel que assume nele foram mapeados e classificados em nove tipos por Meredith Belbin, chamado de Inventário de Papéis em Times.

Utilizar o Inventário de Papéis em um time que está passando pela fase de Storming pode ajudar os membros do grupo a entenderem o papel que cada um deles exerce no grupo, quais são seus pontos fortes e fracos e como essas características podem afetar o time de forma positiva ou negativa. O processo também irá ajudar no entendimento do porquê cada pessoa age de uma certa maneira e possui um modo de trabalho particular. A empatia gerada através do autoconhecimento pode ajudar o time a sair do Storming e caminhar para a próxima fase.

Abaixo os nove tipos de papéis e um resumo de suas contribuições e pontos fracos.

1.) Plant: detém ideias inovadoras, é criativo e resolve problemas difíceis. Em contrapartida, pode ser muito irrealista e pensar sem um resultado palpável ou não agir;

2.) Monitor Evaluator: tem a visão do todo, análise apurada e insights estratégicos e críticos. Entre suas fraquezas estão a permanência na racionalização intelectual, é muito crítico e distante;

3.) Specialist: É dedicado, seu conhecimento é especializado e suas habilidades são únicas e raras. Porém é isolado e falta interação social;

4.) Coodinator: Esclarece objetivos, estrutura discussões e cria unidade. Fazem parte das suas fraquezas inerentes a ligeira manipulação para atingir objetivos e a delegação de trabalho com muita frequência;

5.) Team worker: É responsável por criar espírito de equipe, tendo bom relacionamento interpessoal, sensibilidade e atenção. Entretanto, evita conflitos e confrontos e, muitas vezes, é indeciso em situações delicadas;

6.) Resource investigator: Responsável por utilizar contatos externos no auxílio à resolução de problemas, esta figura traz novas ideias e oportunidades com grande capacidade de improvisação. Seu otimismo, porém, alavanca distração, culminando no começo de atividades sem finalização;

7.) Shaper: Neste papel, encontramos características de uma personalidade que gerencia conflitos com facilidade, movendo o time para frente e mostrando resultados. Sua intolerência com pessoas sem muitas ambições tende a provocar e magoar;

8.) Implementer: Esta figura detém aptidões práticas, transformando ideias em planos e ações com grande sistemática. Como pontos negativo está a inflexibilidade, que leva a agir antes de pensar e evita inovação;

9.) Completer finisher: O último papel da lista assume uma posição detalhista, detectando potenciais problemas e fazendo a análise de qualidade e riscos. Esta característica, porém, leva a uma inclinação preocupada sem necessidade, sendo muito perfeccionista e relutante a delegar.

Claro que as pessoas são mais complexas do que as definições de Papéis de Belbin, no entanto elas apresentam comportamentos que se aproximam da descrição de um ou mais papéis descritos acima, e isto pode ser utilizado para que o time ganhe autoconhecimento, seja de si próprio ou dos outros membros do time. Assim, é possível promover a empatia e o entendimento objetivo do que cada pessoa está contribuindo para atingir as metas com suas características individuais e que precisam ser entendidas como inerentes a cada um dos papéis e que necessitam de compreensão e colaboração.

O inventário de papéis também pode ajudar ao formar um novo time. Por exemplo, um grupo formado somente por Plants pode facilmente perder-se em ideias e nunca executá-las; em um ponto de vista oposto, um grupo de Implementers pode mover-se rapidamente com suas ações, porém sem seguir uma ideia específica. Essa ideia, melhor formulada, poderia ter sido sugerida por um Plant.

Não há uma fórmula mágica, mas o que o inventário de papéis mostra é que a diversidade e complemento dos papéis em um time, o entendimento de cada papel e a aceitação pelo grupo do estilo de cada indivíduo podem ser um bom ponto de partida na formação e no aperfeiçoamento de um time.

Alex Mello Santana – Analista de sistemas da GFT Brasil, companhia de Tecnologia da Informação especializada no setor financeiro.

 

Fonte: www.administradores.com.br

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Como inovar no mundo da internet das coisas

Cidades inteligentes nascem, sim, do bom uso das tecnologias, do IoT, mas, em especial, da expertise de diversas áreas do conhecimento, integradas aos recursos tecnológicos

Por: Jaime Stabel

Cloridrato de fluoxetina, gama glutamil transferase, blenorragia… Esses termos parecem palavrões para quem não atua na área da saúde. Já TCP/IP, HTML, IPV6 são verdadeiras sopas de letrinhas para quem não trabalha com TIC. Igualmente, os “palavrões” teaser, story board e marketing mix parecem termos sem sentido para quem não trabalha, de alguma maneira, com o setor de marketing. E, se seguir a lista, provavelmente, em todas as profissões teremos termos assim, mais ou menos estranhos, onde cada nicho do mercado se acostumou com os seus mundos particulares.

Quem não atua em áreas específicas pode não saber detalhes de cada termo utilizado, mas acaba usando-os, por vezes, sem nem mesmo saber o significado de cada palavra que os descreva. E isso ocorre muito com a modernização e com as inovações tecnológicas a que estamos acostumados.

Mas há uma transformação em curso na sociedade a qual, mais do que novos termos, vai demandar inteligência no bom uso da integração desses diferentes universos, muitas vezes tão particulares. Essa mudança é chamada de “cidades inteligentes”. Tais cidades que somente serão inteligentes quando a integração de muitos conhecimentos se der pelo bem de todos.

No início desse movimento, criou-se mais uma sigla, o M-to-M, ou M2M, que é nada mais do que a abreviatura de machine to machine. São as máquinas definindo ações sem interferência direta de um ser humano, executando algo que outra pessoa necessita. Exemplo simples é o uso dos caixas eletrônicos, onde, há anos atrás, para sacarmos dinheiro, precisávamos de um cheque que seria recebido pelo caixa, que olharia a nossa ficha bancária para ver se tínhamos saldo e, só assim, nos daria a quantia desejada. Ufa! Como era difícil esse processo.

A modernidade transformou o caixa eletrônico dos tempos atuais onde toda essa operação é substituída por um computador que identifica o usuário e solicita a retirada de uma quantia ao sistema central, que lhe dará o valor correspondente. Outro exemplo mais recente são os “tags”, que liberam as cancelas de pedágios e estacionamentos com um sinal eletrônico que é enviado aos computadores que validam a identificação do motorista, abrem a barreira e deixam o carro passar. Esses protótipos nos mostram que o M2M entrou na vida de todos e nem percebemos. Nem sequer usamos em nosso cotidiano essa singela sigla.

No caminho das evoluções tecnológicas que afetam diretamente a vida de uma sociedade, há a IoT (Internet of Things), a famosa internet das coisas, que nos faz chegar às desejadas cidades inteligentes.

Cidades inteligentes nascem, sim, do bom uso das tecnologias, do IoT, mas, em especial, da expertise de diversas áreas do conhecimento, integradas aos recursos tecnológicos. Na chamada IoT, temos uso intenso de sensores de ambiente que geram informações para que um sistema atue e execute uma tarefa.

Um exemplo simples dessa tecnologia seria termos na janela de nossas casas um sensor de umidade que, ao detectar chuva, ligaria um motorzinho que automaticamente fecharia todas as janelas. Assim, mesmo que a pessoa estivesse fora, seus móveis ficariam preservados e, até que a chuva começasse, a casa ainda teria circulação de ar.

Mas, quando esses sensores começarão a criar a chamada cidade inteligente? Simples, quando começarem a compartilhar informações com a sociedade e a ter mais inteligência no uso de diversas fontes de informação.

Os recursos de cidades inteligentes serão criados e se somarão ao longo do tempo. Um grupo de amigos vai para a academia, cuidar da saúde. Eles têm a pulseira que acompanha os batimentos cardíacos e envia as informações em real time aos seus médicos ou a quem os acompanha. O doutor recebe a informação de pulsação elevada, mas, pelo GPS, sabe que seu paciente está na academia. Então, está tudo tranquilo e não há nada a se fazer ou se preocupar. Minutos depois, o jovem e mais uns amigos saem juntos e vão fazer um lanche ali perto. Nesse momento, um sistema pode detectar que os cinco amigos tiveram sua pulsação acelerada e o GPS não indica que estejam na academia. Aí sim um sistema inteligente pode deduzir que algo estranho está ocorrendo – um assalto, um acidente. Pode não se saber o que é, mas algo estranho ocorreu. Essa informação pode gerar alerta a alguma estrutura de emergência dando a exata localização, e se houver um carro de socorro próximo, seguranças ou mesmo a polícia, o socorro pode ser deslocado rapidamente ao local.

Esse é um importante princípio das chamadas cidades inteligentes. Muitos indicadores que, isoladamente, servem a uma função e têm suas informações compartilhadas. Tal tecnologia poderá gerar novos indicadores e ajudar a melhorar a cidade. Cidades inteligentes vindas da inteligência das pessoas.

A cidade do futuro irá crescer em inteligência com o aumento de sensores diversos e a elevação do uso de conhecimentos de todas as áreas, com siglas, nomes complicados ou o que forem, unidos pela geração de ações positivas.

Um dos caminhos atuais para esse futuro são os chamados “desafios empresariais”, que unem capacitação, suporte e apoio para pensar e criar inovações, pois a grande aposta das cidades inteligentes é que muitos e diversos conhecimentos atuem juntos. E os desafios partem desse conceito de que, quem ainda não pensou no potencial de inovação com essas tecnologias, agora passe a conhecer e atue na criação de soluções inteligentes.

Jaime Stabel é diretor administrativo financeiro do Instituto de Tecnologia de Software e Serviços (ITS)

fonte: www.proxxima.com.br

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YouTube libera anúncios de produtos diretamente nos vídeos

O YouTube permite agora que os canais coloquem links patrocinados para produtos que mencionem em seus vídeos. Naturalmente, o usuário recebe parte dos lucros de compras feitas a partir dos seus vídeos.

Quem decide quais produtos aparecem são os anunciantes que promovem campanhas no AdWords, embora isso será feito de forma automática, sem que seja necessário para uma marca anunciar individualmente em cada vídeo.

De acordo com o post no blog do Adwords, os anúncios só serão cobrados caso sejam clicados por usuários, diminuindo o risco e custo para pequenos anunciantes.

Ainda não há detalhes sobre o funcionamento desse novo método para propaganda. Não se sabe se serão mostrados anúncios em vídeos de acordo com suas tags, ou quais outros métodos serão usados para direcionar os resultados.

Não são todos os canais do YouTube que já contam com esse tipo de anúncio, mas o Google irá liberar esse recurso gradualmente para todos os produtos de vídeos.

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Google deixa de mostrar sites não responsivos nos resultados de buscas

smartfones

Depois de anunciar em fevereiro que faria mudanças significativas em seu ranking de buscas, o Google cumpriu parte da promessa nesta semana: os sites que não forem adaptados para smartphones e outros dispositivos móveis cairão no ranking. De acordo com a gigante californiana, a atualização afetará apenas os rankings exibidos em celulares e tablets.

Ainda segundo o Google, a atualização será aplicada apenas a páginas específicas, não a sites inteiros. “Com as pessoas fazendo cada vez mais buscas em seus dispositivos móveis, queremos ter certeza de que elas podem encontrar conteúdo não apenas relevante e oportuno, mas também fácil de ler e de interagir em telas menores”, disse uma porta-voz da empresa ao The Wall Street Journal.

O Google deixou claro, entretanto, que a adaptação a dispositivos móveis é apenas um dos 200 sinais que o algoritmo usa para determinar o ranking de resultados. “Sites que não são tão responsivos como poderiam ser não irão desaparecer. Na verdade, eles ainda podem se classificar em um nível alto se tiverem um bom conteúdo que as pessoas realmente queiram”, disse a empresa em um post de blog.

A mudança, de acordo com o Google, deve ser feita porque a experiência com sites não responsivos é ruim. Fontes minúsculas, links que precisam que o usuário tenha “dedos finos” para serem clicados ou uma barra lateral que desce “eternamente” são alguns dos exemplos. Para os negócios, um site que não se adapta também é ruim: uma pesquisa mostrou que 74% das pessoas estão mais propensas a voltar para um site se ele for mobile-friendly.

Fonte: Info Abril

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6 estratégias para campanhas de social commerce.

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Atualmente, grande parte das transações online é influenciada direta ou indiretamente pelas redes sociais. Opiniões de amigos e outros contatos de confiança acabam direcionando as decisões de compra. Alguns estudos indicam que a mídia social impacta o e-commerce em até 50%.
Diante disso, diversas empresas passaram a converter seus perfis nas redes sociais em lojas online, a fim de conquistar clientes diretamente. Entretanto, existem alguns componentes que separam as campanhas de maior sucesso das mais comuns. As estratégias podem variar de acordo com a indústria e natureza do produto, mas os fundamentos abaixo podem ser adotados em qualquer ação de social media:
1. Ter expectativas realistas
As campanhas mais bem sucedidas não focam na conversão imediata. Na verdade, elas nem mesmo consideram as redes sociais como uma plataforma de vendas diretas. Em vez disso, elas são utilizadas para atrair, engajar, agradar e encaminhar clientes para suas páginas. Apesar de a mídia social influenciar a decisão de compra, grande parte das aquisições acontece no próprio site da loja. Tentar vender diretamente da fanpage da marca pode transmitir a ideia de que a empresa só está interessada em tirar dinheiro dos consumidores.


2. Criar engajamento com conteúdo de qualidade 

A chave para gerar vendas através das redes sociais é utilizar engajamento. Toda campanha de social commerce mantém o engajamento como centro da estratégia. Para isso, é necessário um conteúdo de qualidade, além de muita paciência. O processo não ocorre de um dia para o outro. As marcas devem compartilhar constantemente diversas formas de conteúdo de valor que atenda às necessidades da audiência. Memes, vídeos, infográficos, citações e postagens de blogs são alguns exemplos.
3. Gerar indicação
O comércio nas redes sociais depende muito do quanto o seu produto ou serviço está sendo mencionado nos círculos dos seus potenciais consumidores. Uma pequena menção ou recomendação feita por um influenciador pode ser o fator determinante nas vendas online. Para isso, é preciso engajar os leitores de forma direta e indireta. As marcas podem oferecer aos influenciadores um teste grátis do produto, por exemplo, ou mencioná-los em suas publicações.
4. Utilizar prova social para ganhar credibilidade 
Provas sociais correspondem aos diferentes sinais indiretos e elementos relacionados a um perfil, post e marca que indicam a confiança das pessoas nos serviços da empresa. Elas ajudam a gerar uma primeira impressão forte a novos visitantes, além de fazer com que a companhia pareça confiável. Algumas estratégias para conquistar isso são: utilizar avaliações feitas por usuários sobre os produtos, logos de clientes da marca conhecidos e recomendações de consumidores; promover tuítes, publicações no Facebook ou no Google+; e incorporar tuítes de influenciadores na página ou site da loja.

 

5. Investir no visual do site 
Existem diversas ferramentas para ajudar a criar uma página otimizada para conversões. O serviço Lead Pages, por exemplo, oferece diversas opções de design. Para facilitar a navegação, mantenha o site organizado, sem barra lateral, menu de navegação ou qualquer outro texto desnecessário.

 

6. Processo de pagamento facilitado
O serviço de pagamento também pode ser fator determinante na performance de vendas da empresa. As marcas devem utilizar um serviço que permita integrar o site às redes sociais. É importante que não haja nenhuma distração durante o processo de pagamento, como redirecionamentos, excesso de informações requeridas, etc. Apesar da ferramenta “carrinho de compras” impulsionar as vendas, muitos ainda não oferecem uma experiência compatível ao comércio mobile.


Com informações do Social Media Today