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Monthly Archives: agosto 2014

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6 estratégias para campanhas de social commerce.

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Atualmente, grande parte das transações online é influenciada direta ou indiretamente pelas redes sociais. Opiniões de amigos e outros contatos de confiança acabam direcionando as decisões de compra. Alguns estudos indicam que a mídia social impacta o e-commerce em até 50%.
Diante disso, diversas empresas passaram a converter seus perfis nas redes sociais em lojas online, a fim de conquistar clientes diretamente. Entretanto, existem alguns componentes que separam as campanhas de maior sucesso das mais comuns. As estratégias podem variar de acordo com a indústria e natureza do produto, mas os fundamentos abaixo podem ser adotados em qualquer ação de social media:
1. Ter expectativas realistas
As campanhas mais bem sucedidas não focam na conversão imediata. Na verdade, elas nem mesmo consideram as redes sociais como uma plataforma de vendas diretas. Em vez disso, elas são utilizadas para atrair, engajar, agradar e encaminhar clientes para suas páginas. Apesar de a mídia social influenciar a decisão de compra, grande parte das aquisições acontece no próprio site da loja. Tentar vender diretamente da fanpage da marca pode transmitir a ideia de que a empresa só está interessada em tirar dinheiro dos consumidores.


2. Criar engajamento com conteúdo de qualidade 

A chave para gerar vendas através das redes sociais é utilizar engajamento. Toda campanha de social commerce mantém o engajamento como centro da estratégia. Para isso, é necessário um conteúdo de qualidade, além de muita paciência. O processo não ocorre de um dia para o outro. As marcas devem compartilhar constantemente diversas formas de conteúdo de valor que atenda às necessidades da audiência. Memes, vídeos, infográficos, citações e postagens de blogs são alguns exemplos.
3. Gerar indicação
O comércio nas redes sociais depende muito do quanto o seu produto ou serviço está sendo mencionado nos círculos dos seus potenciais consumidores. Uma pequena menção ou recomendação feita por um influenciador pode ser o fator determinante nas vendas online. Para isso, é preciso engajar os leitores de forma direta e indireta. As marcas podem oferecer aos influenciadores um teste grátis do produto, por exemplo, ou mencioná-los em suas publicações.
4. Utilizar prova social para ganhar credibilidade 
Provas sociais correspondem aos diferentes sinais indiretos e elementos relacionados a um perfil, post e marca que indicam a confiança das pessoas nos serviços da empresa. Elas ajudam a gerar uma primeira impressão forte a novos visitantes, além de fazer com que a companhia pareça confiável. Algumas estratégias para conquistar isso são: utilizar avaliações feitas por usuários sobre os produtos, logos de clientes da marca conhecidos e recomendações de consumidores; promover tuítes, publicações no Facebook ou no Google+; e incorporar tuítes de influenciadores na página ou site da loja.

 

5. Investir no visual do site 
Existem diversas ferramentas para ajudar a criar uma página otimizada para conversões. O serviço Lead Pages, por exemplo, oferece diversas opções de design. Para facilitar a navegação, mantenha o site organizado, sem barra lateral, menu de navegação ou qualquer outro texto desnecessário.

 

6. Processo de pagamento facilitado
O serviço de pagamento também pode ser fator determinante na performance de vendas da empresa. As marcas devem utilizar um serviço que permita integrar o site às redes sociais. É importante que não haja nenhuma distração durante o processo de pagamento, como redirecionamentos, excesso de informações requeridas, etc. Apesar da ferramenta “carrinho de compras” impulsionar as vendas, muitos ainda não oferecem uma experiência compatível ao comércio mobile.


Com informações do Social Media Today 

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O que acontece quando você curte todos os posts no Facebook

Mat Honan, da Wired, realizou um experimento durante 48 horas e descobriu que, se o usuário curte todos os posts que aparecem no news feed, publicações de marcas e veículos dominam a plataforma

O que acontece quando você curte todos os posts no Facebook

 

Se você é uma dessas pessoas que passa muito tempo pensando sobre como o Facebook afeta seu negócio, então vai querer ler sobre esse fantástico achado de Mat Honan, da Wired.

 

Honan decidiu que curtiria tudo o que visse em seu news feed durante 48 horas, com exceções específicas como mensagens sobre morte. Mesmo que ele tenha curtido tanto posts pessoais de amigos quanto mensagens de marcas, os resultados foram, ele escreve, radicalmente para uma só direção:
Meu news feed ganhou outra cara em um curto período de tempo. Depois de curtir um monte de posts durante uma hora, não havia mais seres humanos no meu feed. Em vez disso, passei a ver marcas e suas mensagens.


O conteúdo de notícias também aumentou muito. Quase todo meu feed foi dominado pelo Huffington Post e o Upworthy. Quando fui para a cama na primeira noite olhei meu news feed e vi atualizações de Huffington Post, Upworthy, Huffington Post, Upworthy, um anúncio da Levi’s, Space.com, Huffington Post, Upworthy, The Verge, Huffington Post, Space.com, Upworthy, Space.com.

Porém, a dominação das marcas foi menor no desktop de Honan do que no smartphone dele:
Naquela telinha pequenininha, onde o espaço é tão valioso, os robôs do Facebook decidiram que, para atrair minha atenção, devem esconder pessoas e só me mostrar o que outras máquinas acharam. Estranho.
Os resultados do experimento de Honan dizem muito sobre o que a rede social pensa sobre os diferentes tipos de conteúdo que exibe, e também o que pensa sobre o conteúdo criado e compartilhado por nossos amigos da vida real. Talvez somente uma parte de usuários realmente responda a anúncios ou a conteúdo criado por veículos como o HuffPo e o Buzzworthy, e então querem empurrar o máximo possível desse conteúdo para as pessoas. Talvez os maiores “curtidores” entre nós sejam os mais sugestionáveis, e o Facebook está pronto para tirar vantagem. Ou talvez seu algoritmo não tenha sido programado para lidar com uma pessoa assim.
Apesar do resultado, a história de Honan é totalmente “curtível”. Confira na íntegra aqui.

Do Advertising Age